
É assim que ele é conhecido. Segundo a explicação no cardápio do cafe Sacher, em Viena, que produz a iguaria, a receita é mantida em segredo desde 1832. O melhor bolo do mundo tem gosto de bolo de aniversário. É meio amargo e servido gelado. No começo você tem a sensação de que o chantily está neutralizando o açúcar deixando o sabor mais suave. Mas depois de comer metade do pedaço a sensação se inverte. O melhor bolo do mundo vai se tornando enjoativo. Mas você não pensa em desistir _ afinal, está diante de um top de linha. O açúcar parece dominar o ambiente. A valsa que toca no café Sacher, enquanto todos degustam a receita secular, vai ficando cada vez mais doce, quase irritante. Hora de pedir a conta. Isso foi tudo que consegui comer deste pedaço de história. 
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Que coisa mais fofinha esses bebezinhos. São órfãos dos conflitos internos da República Democrática do Congo.
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Parece aquela casa feita de doce de João e Maria ou os palácios de Gaudí, mas na verdade é a “casa molusco” desenhada pelo arquiteto mexicano Javier Senosiain. Ele usa materiais orgânicos para construir lugares tão confortáveis que lembram o “útero materno” ou o “lar de animais”. Não há linhas retas na concha, ops, na casa. Dizem que as crianças adoram porque se sentem na casa dos Teletubies. Ah, e o mais legal: não é preciso esperar a hora do banho para cantar. A acústica da casa-concha é óooootima!
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Sabe quando você está perdida numa cidade e de repente encontra um ponto de referência familiar que indica que está perto de casa? Bem, a Oca é esse meu ponto R. Só gostaria de saber o que aquele cara faz pendurado ali.
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Não é um vídeo, é apenas uma foto. Achei forte! Onde vc preferia estar? Em cima ou embaixo?
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Atire a primeira pedra quem consegue chegar ao fim de um dia em São Paulo com os pés intocavelmente secos. Já tive que decretar perda total em ao menos meia dúzia de rasteirinhas/sandálias batizadas pelas águas deste molhado e inesquecível verão – mais molhado do que inesquecível. Molhar os pés sem intenção – mesmo que seja andando de meias pela cozinha – é uma das coisas mais desagradáveis que existem. Porque não fica nem totalmente seco nem totalmente molhado, fica meio termo. Tudo que é meio termo é chato.
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Se pensar bem, um sutiã com bojo é tão bizarro quanto uma meia-calça com bunda postiça. Uma peça que perdeu sua proposta inicial para se tornar uma espécie de prótese portátil cujo principal objetivo é criar uma ilusão de ótica. Tornar a mulher um objeto sexual mais cobiçado ou pelo menos mais proporcional. Será que o bojo está contra ou a nosso favor? O modelo tomou tamanha proporção na vida das mulheres que ocupa gavetas inteiras (o bojo, delicado, não pode ser dobrado) e domina seções de lingerie. Encontrar um sutiã sem bolotas de plástico (ou de espuma, seja lá qual for o material do bojo) é como achar agulha no palheiro. Proponho que esse robusto instrumento de opressão feminina seja queimado assim como nossas mamães fizeram com seus ancestrais!
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Minha homenagem ao centenário de Carmem Miranda (na verdade, ela nasceu em 9 de fevereiro) que, como todas as divas, teve uma vida pessoal conturbadíssima. Apesar de inteligente e engraçada, nunca encontrou um homem à altura e acabou se casando aos 36 (um escândalo para a época) com um produtor tão profissional que se promoveu à custa dela. Começou a tomar remédios para dormir e para acordar até ter um colapso nervoso e morrer aos 46 anos. Bem, na verdade, a vida dela foi bem menos trágica do que esse meu resumo. Ela conseguia se equilibrar num salto de 16 centímetros, morava em Berverly Hills, não falava inglês com sotaque latino (só carregava nas músicas para se encaixar no estereótipo esperado por Hollywood) e estampou suas mãos como Marylin Monroe e Arnold Schwarzenegger na calçada da fama. Para ilustrar esse post, gostaria de ter colocado aquelas bananinhas vendidas no acostamento da Rio-Santos (minhas favoritas!), mas como não tinha foto substituo por essa abundância de bananas nanicas. Viva Carmem!
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Cachoeira de água quente. Rio Dulce, Guatemala
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À primeira vista é difícil entender do que se trata essa foto, mas depois você se dá conta de que são os dois milhões de pessoas que compareceram à posse de Obama! 
Não poderia deixar de postar ao menos uma foto hoje nesse histórico dia em que o mundo comemora mais do que a entrada do havaiano Obama a saída do ziquizira Bush. Onde é a festa?! Vou dançar o mambo*!!
* a expressão faz referência a uma das cenas que entraram para a história da teledramaturgia brasileira; para saber mais, coloque as palavras-chave “mambo” e “heleninha” no You Tube.
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