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Um dos lugares que mais me impressionaram no México foi a Isla Mujeres. Para chegar lá, são 28 minutos navegando em águas azuis fosforescentes, tão luminosas que parecem artificiais (lembra Gatorade). E o mar que circunda a ilha, apesar de ser do Caribe (e não oceano Atlântico ou Pacífico) é agitadíssimo (quem falou que não tem onda em Cancún?). Isla Mujeres é daqueles lugares em que há conchas enormes cor-de-rosa na areia (que parecem instrumentos musicais), penhascos recortados por pedras acinzentadas e o local com maior número de templos dedicados às deusas mayas - é possível visitar uma ruína até que bem preservada da deusa Ixchel, da fertilidade. Por isso o nome, Isla Mujeres. E talvez por isso a quantidade enorme de casais em lua-de-mel. O nome também pode ser uma pegadinha para quem acha que vai encontrar um pedaço de terra cheio de mulheres. Na verdade, o ser mais abundante ali é o lagarto (ou iguana, como preferem chamar). Dizem que a civilização maia desapareceu misteriosamente. Teriam os maias se transformado em lagartos? Porque são eles que dominam a ilha.
P.S.: Agora falando de coisas fofas. Foi ali que tive uma das experiências mais incríveis da minha vida. Nadei com o golfinho Lucas e ao por a mão em seu dorso pude sentir bater seu coração. Que fofo! Houve uma conexão.
Escreva mais, escreva mais, escreva mais. É tão difícil se expressar de forma simples e levar a gente na sua viagem.